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SUMMARY:Exposição de fotografia | Latitudes da semelhança de Isabel Nolasco
DESCRIPTION:A Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro tem em exposição desde 4 de outubro até 28 de fevereiro de 2026\, a exposição de fotografia Latitudes da semelhança\, de Isabel Nolasco\, patente no espaço Cultura & História. A exposição reúne um conjunto de fotografias a preto e branco captadas por Isabel Nolasco durante uma viagem de 40 dias ao Médio Oriente\, em agosto de 2019\, a Omã e ao Irão. \nIsabel Nolasco tem vindo a desenvolver a sua atividade em distintas latitudes como uma missão humanista\, na homenagem das semelhanças que nos distinguem. Neste trabalho destaca a fotografia documental e street photography que são os géneros que mais a apaixonam. \nEm Latitudes da Semelhança\, como refere José Pinto Bandeira\, “Isabel Nolasco\, através das suas lentes da sua sensibilidade\, fotografa sem preconceitos. Capta o momento sem legendas próprias\, dá-nos a oportunidade de pensar. O que ela pensou ficou com ela. Deixa que cada um imagine o que quiser. Dá-nos o tempo que tanta falta nos faz.” \nComo a autora destaca “Independentemente das características\, credos e culturas de cada povo\, a humanidade só enriquece pela soma e respeito entre todos\, pelo melhor que cada um tem\, nunca pela imposição de qualquer suposta supremacia militar\, cultural ou economicamente fundadas no preconceito e na falsa globalização.” \nA inauguração da exposição decorreu no dia 4 de outubro\, pelas 18h00\, com a presença da autora. Após a visita à exposição realizou-se no auditório da Biblioteca uma conversa com a autora sobre o seu trabalho fotográfico e o seu livro que dá o título à exposição\, Latitudes da Semelhança. \n  \nNota Biográfica  \nIsabel Nolasco\, licenciada pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa\, exerceu atividade durante mais de 30 anos como jurista e gestora no Grupo Portugal Telecom e consultora na ONU e no Parlamento Nacional de Timor-Leste. Viveu em Timor-Leste durante quase 10 anos onde continuou a aprender e a fotografar com outros fotógrafos. Fez workshops e diversas atividades ligadas à fotografia e alargou os seus conhecimentos técnicos e de edição. Viajou pelo Médio Oriente e Sudoeste Asiático onde\, dando asas à sua criatividade e sensibilidade\, captou momentos únicos da vivência destas culturas ainda pouco conhecidas e por vezes mal interpretadas. Tem curso profissional de fotografia da World Academy Portugal. As suas fotografias ilustram diversas publicações e fazem parte de projetos artísticos com outros fotógrafos e artistas plásticos. Foi vencedora do Discoveries Awards 2019 da Via Verde na categoria de Fotografia. \n
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SUMMARY:𝗘𝘅𝗽𝗼𝘀𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 “Pensar a arquitetura: o(s) tempo(s) do processo criativo”
DESCRIPTION:A Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro promove\, a exposição de Catarina Valadão\, no espaço Criativo: “Pensar a arquitetura: o(s) tempo(s) do processo criativo”\,  desde 30 de outubro a 28 de fevereiro de 2026. \n“Pensar a arquitetura: o(s) tempo(s) do processo criativo” propõe uma imersão reflexiva na natureza efémera e mutável do ato projetual\, entendendo a arquitetura não como um produto acabado\, mas em permanente transformação. \nEsta exposição convida a apreciar a espessura temporal do processo criativo\, onde cada esboço é simultaneamente génese e ruína e cada traço uma hipótese aberta ao inesperado. \nEntre maquetes\, desenhos\, anotações e fragmentos\, revelam-se as camadas de um pensamento que se desdobra\, questiona e reconfigura. \nO processo criativo surge aqui como um território de divergências em busca de harmonia: entre razão e intuição\, entre memória e antecipação\, entre matéria e imaginação. \nA arquitetura apresenta-se como uma prática viva e sensitiva\, em que o projeto não é um ponto de chegada\, mas um contínuo de possibilidades: um conjunto de ideias em perpétua metamorfose. \nO visitante é convidado a pensar a arquitetura e a habitar o intervalo entre o gesto abstrato inicial e a potencial realidade construída\, reconhecendo que toda a arquitetura é\, em última instância\, uma promessa: uma construção intelectual e poética que resiste ao fecho definitivo e celebra a reinvenção criadora do tempo. \n  \nNota biográfica \nCatarina Valadão nasceu nos Açores\, em 1986. Frequentou o ensino secundário na área de artes. É Mestre em Arquitetura\, formada pela ULHT de Lisboa. \nAtualmente é arquiteta na CriatiVa – Arquitetura e Design e na Secretaria Regional do Turismo\, Mobilidade e Infraestruturas\, investigadora colaboradora do CEIS20 e doutoranda do curso de Estudos Contemporâneos da Universidade de Coimbra. Tem desenvolvido diversos trabalhos de pesquisa sobre o património e a influência da arquitetura na saúde e na sociedade. \nÉ formada em fotografia pelo Instituto Português de Fotografia\, em poesia e escrita criativa pela Companhia do EU e em temas de Psicologia e Psicopatologia pelo INSPSIC. \nAo longo dos anos divulgou o seu trabalho arquitetónico\, fotográfico e poético em exposições\, jornais\, revistas\, livros e coletâneas regionais\, nacionais e internacionais. \nÉ colaboradora quinzenal do jornal Açoriano Oriental\, onde publica artigos de opinião. \nAlém destas áreas já desenvolveu trabalhos em moda\, teatro\, representação\, pintura e desenho. \n  \n  \n
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SUMMARY:Exposição | Paisagem como Testemunho da Cultura Humana
DESCRIPTION:A Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro apresenta a exposição “Paisagem como Testemunho da Cultura Humana”\, de Paulo Sousa\, patente ao público no espaço Criativo. \n“Esta exposição convida os espectadores a refletirem sobre a interconexão entre a humanidade e as paisagens que habitam. \nPaulo Ávila Sousa apresenta um diálogo entre contextos culturais que moldam a nossa experiência no mundo e a natureza que nos rodeia e condiciona\, onde ao longo dos séculos\, as paisagens naturais e urbanas têm sido testemunhas silenciosas dos nossos processos de organização social. \nAs silhuetas que compõem esta exposição\, personificam histórias\, crenças\, tradições e as intrincadas redes sociais que dão forma à nossa existência. Neste contexto\, tornam-se elementos lúdicos e reflexivos\, questionando o papel da arte na formação da identidade cultural. \nRepresentando indivíduos e grupos\, refletem as várias camadas da organização social\, emergindo não apenas como elementos isolados\, mas como partes integrantes de um todo maior\, onde cada forma humana enriquece a narrativa cultural. \nNesta viagem visual\, o espaço não só abriga\, mas também dialoga\, permitindo que cada um de nós se torne parte vital deste grande mosaico cultural.” \nPaulo Sousa \n
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SUMMARY:Documento do Mês | Exportação do Bordado Branco da Ilha Terceira
DESCRIPTION:Nos meses de janeiro e fevereiro\, a mostra “Documento do Mês” será dedicada à Exportação do Bordado Branco da Ilha Terceira. \nOs bordados\, que fazem parte da tradição insular há séculos\, eram uma prática comum no quotidiano feminino. Inicialmente\, eram realizados como uma atividade de lazer e uma forma de evitar o ócio\, mas também desempenhavam um papel fundamental na produção de bens necessários para o uso familiar. \nFoi apenas nos primeiros anos do século XX que começou a organizar-se uma produção orientada para a comercialização e exportação dos bordados da Terceira\, sem que\, no entanto\, perdessem o seu carácter artesanal. Embora o processo continuasse a ser totalmente manual\, houve um aumento da procura\, o que levou à criação de Casas de Bordados e ao estabelecimento de relações comerciais internacionais. Os bordados passaram\, assim\, a ser também uma importante fonte de rendimento para muitas famílias\, especialmente nas zonas rurais. \nO Bordado Branco da Ilha Terceira é especialmente caracterizado pela combinação dos pontos utilizados\, sendo o ponto richelieu o principal\, junto com os ilhós\, o ponto cheio e os caseados. Tradicionalmente\, são genuinamente brancos ou crus\, e a sua textura\, juntamente com os temas vegetalistas e figurativos\, confere-lhes um carácter clássico e erudito. \nA qualidade do linho\, geralmente importado da Bélgica\, Checoslováquia\, Irlanda e Alemanha\, bem como as linhas de bordar e o facto de ser um processo completamente manual\, tornam os bordados da Terceira um produto de excelência. Assim\, este despertou o interesse de mercados internacionais\, como os Estados Unidos\, Canadá\, Alemanha e Inglaterra. \nMais tarde\, o bordado passou a ser também utilizado na promoção turística da Região. \n  \nEsta iniciativa conta com a colaboração da empresa Bordado dos Açores. \n
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SUMMARY:Um Olhar Periódico | Inauguração do edifício dos Correios\, Telégrafos e Telefones\, de Angra do Heroísmo\, 1949
DESCRIPTION:A rubrica “Um Olhar Periódico” do mês de janeiro destaca a informação da inauguração do edifício destinado aos Correios\, Telégrafos e Telefones (CTT)\, em 6 de fevereiro de 1949\, na rua do Palácio\, em Angra do Heroísmo\, sob a presidência do Subsecretário da Agricultura\, Eng.º Pereira Caldas\, com a presença do governador do Distrito\, Dr. Cândido Pamplona Forjaz e do secretário do governo civil\, Dr. Francisco Lourenço Valadão Jr. \nA cidade de Angra passou a possuir um serviço público de excelência\, equipado com telégrafo de impressão contínua e dotado de um projeto de criação de uma futura estação telefónica automática. \nCentenas de pessoas visitaram as instalações\, de acordo com o Diário Insular\, de 8 de fevereiro de 1949. \nA Rádio Clube de Angra também colaborou na emissão para o Emissor Regional dos Açores com a divulgação do evento. \n
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SUMMARY:Exposição de Aguarela | Linhas e Cores
DESCRIPTION:A Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro promove de 9 de janeiro a 31 de março\, a exposição “Linhas e Cores” de Olaf Zepp\, no espaço Arte e Debates. \nEsta exposição reúne um conjunto de aguarelas que retratam alguns dos recantos da ilha Terceira e espaços emblemáticos da cidade de Angra do Heroísmo\, captados com a delicadeza de quem observa o espaço insular pela primeira vez. \nO autor percorreu a ilha com o seu olhar curioso e sensível de quem procura reconhecer-se num lugar novo. Cada traço e cada mancha de cor traduzem não só a arquitetura\, a luz e os contornos da cidade Património Mundial\, mas também o encanto silencioso da descoberta e o encontro entre memória e presente de quem chega à ilha. \nMais do que um registo visual\, estas aguarelas são um diário emocional\, um exercício de pertença e escuta. Entre a transparência da água e a vibração da cor\, a ilha revela-se como um espaço que acolhe\, inspira e se deixa reinventar por quem nela se detém com atenção. \nA inauguração ocorrerá no dia 9 de janeiro pelas 18h30\, no espaço Arte e Debates. \n  \nOlaf Andre Zepp  \nNascido a 7 de julho de 1951 na parte ocidental de Berlim\, Alemanha. Estudou na Universidade das Artes e posteriormente na Universidade Técnica de Berlim\, onde se formou como engenheiro diplomado na área de Arquitetura. \nTrabalhou durante 37 anos em Berlim como arquiteto freelancer\, com o foco em construções industriais. \nEm 2013 chega aos Açores na companhia do filho e inicia a descoberta de todas as ilhas de barco. A partir de 2018 passa a residir na freguesia dos Biscoitos\, ilha Terceira. \nDesde 2022 é membro da Associação USK Ilha Terceira. \n
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SUMMARY:Biblioagenda | janeiro 2026
DESCRIPTION:\n  .botoes-container {\n    display: flex;\n    gap: 10px;\n    max-width: 400px;\n  }\n  .botoes-container button {\n    flex: 1;\n    padding: 10px;\n    font-size: 16px;\n    cursor: pointer;\n    border: 1px solid #333;\n    background-color: #f0f0f0;\n  }\n  .botoes-container button:hover {\n    background-color: #ddd;\n  }\n  .mensagem {\n    visibility: hidden;\n    height: 0;\n    overflow: hidden;\n  }\n  .mensagem.mostrar {\n    visibility: visible;\n    height: auto;\n  }\n\n  \n\n  Português\n  English\n\n   \n\nA BiblioAgenda de janeiro já está disponível!\nMensalmente\, os diversos setores da Biblioteca preparam uma programação rica e variada\, que inclui mostras e exposições\, conferências\, oficinas\, momentos musicais\, clubes de leitura\, exibição de curtas-metragens\, entre outras iniciativas que prometem enriquecer a experiência de quem visita a Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro.\nEsta agenda é o seu guia para que não perca nenhuma das atividades que terão lugar na BPARLSR. Consulte a BiblioAgenda\, em português e/ou inglês\, e faça parte da nossa programação. \n\n\nThe January BiblioAgenda is now available!\nEvery month\, the various departments of the Library put together a rich and diverse program that includes exhibitions\, lectures\, workshops\, musical moments\, book clubs\, short film screenings\, and other initiatives that will not fail to enhance the experience of those visiting the Public Library and Regional Archive Luís da Silva Ribeiro.\nThis program is your guide to ensure you don’t miss any of the activities taking place at the Library. Check out the BiblioAgenda\, available in Portuguese and/or English\, and be part of our programming! \n\n\n  function mostrar(id) {\n    document.querySelectorAll('.mensagem').forEach(function(el) {\n      el.classList.remove('mostrar');\n    });\n    document.getElementById(id).classList.add('mostrar');\n  }\n \n
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SUMMARY:Mostra Bibliográfica | O Estado Novo e o Holocausto
DESCRIPTION:A Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro organiza a mostra bibliográfica sobre a temática “O Estado Novo e o Holocausto”\, de 12 a 31 de janeiro\, no espaço Arte e Debates. \nDesde a década de 80 que a Memória se instituiu como objeto de reflexão teórico e metodológico\, uma resposta ao aparecimento da escrita testemunhal ou memorialística. Os diversos acontecimentos históricos convocaram a necessidade de registo das vivenciais emocionais e traumáticas\, bem como a necessidade de transmissão intergeracional da memória e a passagem de testemunho às gerações que não viveram esses eventos. \nRevisitar a Memória impõe-se como um dever ético e pedagógico que não só contraria o esquecimento como também se assume como uma estrutura de possibilidade de questionamento e de ressignificação dos acontecimentos. \nUma das experiências mais traumáticas e que faz parte da memória coletiva do mundo ocidental\, é o genocídio de judeus pela Alemanha Nazi durante a Segunda Guerra Mundial. Em Portugal só na década de 90 do século XX é que o tema começou a ser aprofundado\, nomeadamente com o estudo sobre os refugiados que passaram por Portugal durante a guerra e os trabalhos de investigação de Irene Flunser Pimentel e Cláudia Ninhos que apresentaram factos que questionam e buscam respostas em torno do envolvimento de Portugal no Holocausto. \nNa atualidade verifica-se um aumento alarmante de incidentes antissemitas violentos\, algo que não se assistia desde a Segunda Guerra Mundial\, sendo fundamental mais do que nunca\, o estudo e as leituras sobre esta temática e sublinhar o que ficou registado na Declaração dos membros do Conselho Europeu por ocasião do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto (2025)\, que “ O respeito pela dignidade humana\, pela liberdade\, pela democracia\, pela igualdade\, pelo Estado de direito e pelos direitos aumentos\, incluindo as liberdades de expressão e de religião ou convicção\, bem como pelos direitos das pessoas pertencentes a minorias\, deve orientar e orientará sempre as nossas ações\, em consonância com os valores em que assenta a nossa União Europeia e que são comuns a todos nós”. \nA mostra bibliográfica “O Estado Novo e o Holocausto”\, pretende associar-se às cerimónias do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto\, dia implementado através da Resolução 60/7 da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU)\, a 1 de novembro de 2005. \nA mostra decorrerá de 12 de janeiro a 13 de fevereiro de 2026\, no espaço Arte e Debates. \nDestacamos para leitura as obras Judeus em Portugal durante a II Guerra Mundial: em fuga de Hitler e do Holocausto\, de Irene Flunser Pimentel\, Prémio Pessoa 2007\, Salazar\, Portugal e o Holocausto\, de Irene Flunser Pimentel e Cláudia Ninhos e Aristides de Sousa Mendes: memórias de um neto\, de António Moncada S. Mendes. \n
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