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SUMMARY:Exposição | Eu tive um sonho\, de Lisa Parreira
DESCRIPTION:A artista Lisa Parreira\, regressa à BPARLSR com uma nova exposição\, Eu tive um sonho\, de 30 de abril a 31 de julho\, no Espaço Criativo. A artista apresenta um conjunto de telas\, no qual o horizonte deixa de ser apenas uma linha de separação entre céu e terra para se tornar espaço interior\, lugar de visão e de imaginação. Eu tive um sonho não anuncia apenas uma experiência íntima\, mas convoca uma memória que ultrapassa a artista\, inscrevendo-a numa dimensão coletiva. A paisagem\, longe de ser um mero cenário\, torna-se corpo sensível e habitado. A presença da figura feminina não se limita a ocupar esse espaço. Há uma fusão subtil entre corpo e horizonte\, como se o sonho abrisse uma passagem entre o visível e o invisível\, entre o vivido e o imaginado.\nEu tive um sonho propõe\, assim\, uma leitura da paisagem onírica como espaço de criação e projeção\, no qual o sonho não é fuga\, mas revelação. \nA inauguração da exposição terá lugar no dia 30 de abril\, pelas 18h30. \n  \nNota Biográfica \nMaria Luiza de Rego Botelho Pereira\, com nome artístico de Lisa Parreira\, nasceu na freguesia da Sé\, na cidade de Angra do Heroísmo\, ilha Terceira\, em 1947. Frequentou até ao 7º ano de escolaridade\, o Liceu Nacional de Angra do Heroísmo\, onde hoje é o atual Museu de Angra do Heroísmo. \nA vontade de transformar um papel ou uma tela em branco em sentimentos\, que muitas vezes lhe lembravam uma música ou um poema\, sempre esteve presente. Ao longo do seu percurso artístico frequentou em diversos ateliers de pintura e participou em exposições\, das quais se destacam as que se realizaram na Casa dos Açores do Norte e na Casa dos Açores de Lisboa. \n
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SUMMARY:Exposição | Marcos da Autonomia da Junta Administrativa ao I Governo Regional
DESCRIPTION:Em 2026 a Autonomia Político-Administrativa dos Açores celebra 50 anos\, efeméride que tem vindo a ser assinalada ao longo deste ano por todo o arquipélago. Neste âmbito a Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro apresenta a exposição Marcos da Autonomia: da Junta Administrativa ao I Governo Regional\, que terá por objetivo abordar\, através dos documentos que integram o seu acervo documental\, um dos períodos fundamentais da afirmação do processo democrático português\, que se traduziu na autonomia concedida aos arquipélagos Atlânticos – Madeira e Açores -\, dotando-os de uma Assembleia Legislativa e Governo próprio correspondendo\, assim\, a um desejo antigo destas regiões. \nCom esta iniciativa encerraremos o ciclo expositivo que dedicámos à apresentação e exploração temática de vários acontecimentos que marcaram a nossa história recente\, como foi a Revolução de Abril e o 25 de Novembro. \nNo dia 12 de junho\, data em que será inaugurada a exposição\, que estará patente ao público até ao final do ano\, terá lugar uma conferência proferida pelo historiador Doutor José Guilherme Reis Leite\, intitulada A Autonomia dos Açores: da Junta Administrativa ao I Governo Regional\, que complementará e enquadrará a temática apresentada. \n
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SUMMARY:Confluência - estruturas para um território descontínuo
DESCRIPTION:A BPARLSR\, de 30 de junho a 30 de setembro\, promove no pátio da Biblioteca a instalação “Confluência – estruturas para um território descontínuo”\, de Paulo Ávila Sousa. A instalação é composta por estruturas piramidais conectadas entre si e alusivas às “burras de milho”. As conexões serão compostas por baldes e tubos\, de forma a criar pontes sonoras\, demonstrando a ligação entre as estruturas. Os elementos continuam independentes\, mas entram em relação. “Confluência – estruturas para um território descontínuo” aproxima-se da ideia de arquipélago e autonomia – unidades separadas que coexistem numa rede comum. O território é construído pela distância\, pela ligação e pela relação entre elementos dispersos. As estruturas\, inspiradas nas burras de milho\, introduzem uma memória agrícola regional e tradicional\, mas os tubos\, baldes e materiais industriais deslocam essa referência para um território mais contemporâneo\, híbrido e aberto. “Confluência” permite essa tensão: entre passado e presente\, entre insularidade e comunicação\, entre isolamento e ligação. \n
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SUMMARY:Documento do Mês | Paulo Gouveia: vida e obra de um arquiteto açoriano pós-moderno
DESCRIPTION:Paulo Gouveia afirmou-se como uma personalidade ímpar na cultura açoriana e na arquitetura portuguesa. O seu legado destaca-se em duas frentes: por um lado\, (re)colocou os Açores no roteiro da arquitetura de autor; por outro\, a sua investigação sobre a arquitetura corrente das ilhas permitiu-lhe reinventar a tradição vernácula regional. Deste estudo nasceu um método de projeto identitário que aplicou em diferentes geografias. Contudo\, a riqueza da sua obra e a singularidade do seu método revelam apenas uma parte da sua complexa e multifacetada personalidade. \n  \nPaulo Duarte de Melo Gouveia (1939–2009)\, natural de Angra do Heroísmo\, dividiu a sua formação académica entre a Biologia e a Arquitetura\, especializando-se em restauro e conservação arquitetónica. O arquiteto teve um papel crucial na reconstrução de Angra do Heroísmo após o sismo de 1980 e marcou profundamente a paisagem açoriana com uma abordagem pós-moderna que valorizava a cultura local. Entre os seus trabalhos mais emblemáticos contam-se o projeto do Museu do Vinho e a ampliação do Museu dos Baleeiros. \n
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SUMMARY:Mala de Ofertas
DESCRIPTION:De 1 a 15 de julho\, no âmbito das comemorações do Dia Mundial das Bibliotecas (assinalado a 1 de julho)\, a Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro terá disponível uma “Mala de Ofertas” na Sala de Leitura e Empréstimo Domiciliário. Ao longo do ano\, muitas pessoas oferecem livros à Biblioteca\, contribuindo para a sua preservação e valorização. Após a análise e seleção das obras doadas\, algumas passam a integrar o catálogo da BPARLSR. As restantes\, por constituírem exemplares excedentários ou não se enquadrarem nas necessidades da coleção\, serão colocadas na “Mala de Ofertas”\, proporcionando a qualquer visitante a oportunidade de levar consigo um livro do seu interesse. Informamos ainda que os utilizadores poderão deixar livros na “Mala de Ofertas”\, numa lógica de partilha e circulação de obras. Estes livros serão igualmente sujeitos ao processo de avaliação habitual: caso sejam considerados relevantes para o acervo da Biblioteca\, integrarão o catálogo; caso contrário\, passarão a fazer parte da “Mala de Ofertas”\, ficando disponíveis para outros leitores. \n
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SUMMARY:Mostra | Objetiva Crítica: Corpos (In)submissos
DESCRIPTION:No seguimento da exposição fotográfica “EVA”\, promovida pela UMAR Açores em parceria com a BPARLSR\, o espaço Arte & Debates acolhe\, de 2 a 31 de julho\, a mostra “Objetiva Crítica: Corpos (In)submissos”. Esta iniciativa surge como um desdobramento conceptual e um espaço de diálogo direto com as problemáticas da identidade\, dos direitos das mulheres e do combate à violência baseada no género. \nSe a exposição “EVA” convida o público a olhar criticamente para as múltiplas dimensões da condição feminina através das lentes de Madalena Correia e Margarida Benevides\, “Objetiva Crítica: Corpos (In)submissos” foca-se na resposta e na resistência. O título joga com a dualidade da palavra “objetiva” — que tanto remete para a lente fotográfica que regista a realidade\, como para a urgência de um olhar analítico. Por sua vez\, os “corpos (in)submissos” representam a recusa da submissão histórica\, transformando a vulnerabilidade em manifesto de emancipação e liberdade. Mais do que uma contemplação estética\, esta é uma chamada à ação e à consciencialização comunitária para a construção de uma sociedade livre de violência. \n
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SUMMARY:Exposição | Zona Abissal\, de Sofia Rocha
DESCRIPTION:A BPARLSR promove a exposição Zona Abissal\, de Sofia Rocha; a inauguração decorrerá no dia 10 de julho\, pelas 18h00\, no espaço Cultura e História. O projeto explora plasticamente a topografia do fundo do mar e prolonga uma investigação sensível que parte do Rifte da Terceira e das características geológicas do relevo oceânico atlântico. Estes conceitos ganham corpo através de processos alquímicos e materializam-se num conjunto de peças têxteis tingidas e bordadas. \nIntegrada nas comemorações dos 50 anos da Autonomia dos Açores\, esta exposição propõe uma reflexão sobre as forças profundas que moldam territórios e identidades ao longo do tempo. Tal como o relevo oceânico se encontra em permanente transformação\, também a construção da autonomia resulta de processos contínuos de afirmação\, adaptação e renovação. Ao acolher diversos projetos\, a Biblioteca associa-se à celebração da cultura açoriana e ao apoio à criação artística contemporânea produzida no arquipélago. \nA exposição estará patente ao público até ao dia 30 de setembro. \n  \nSofia Rocha (Quatro Ribeiras\, 1996). Licenciada em Artes Plásticas no ramo de Multimédia pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto\, Mestre em Artes Plásticas com especialização em Intermédia pela mesma instituição. \nO trabalho explora as relações entre o visível e o invisível\, trocas energéticas e processos alquímicos. A sua prática artística parte do mundo visível para avançar sobre o limiar do percetível e abranger fenómenos e fluxos mais subtis. \nExpõe regularmente desde 2019\, destacando-se Thunder Perfect Mind (Espaço Mira\, Porto\, 2025)\, com o apoio da FLAD\, Buraco Azul (Magma Non-temporary Art\, São Miguel\, 2025)\, inserida na Bienal Walk&Talk\, Ponto Cego (Branda\, Porto\, 2025)\, Corpos Magmáticos (Vaga\, São Miguel\, 2024)\, Eu Vi o Brilho (oBueiro\, Porto\, 2023)\, Grotto Experience (Café au Lait\, Porto\, 2022) Festival Súbito (Gaia\, 2021) e Úmbria (Teatro de Vila Real\, 2021). \n
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