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SUMMARY:Documento do Mês | “A Moda Feminina”
DESCRIPTION:A Divisão de Arquivo da BPARLSR\, durante o mês de fevereiro\, promove a iniciativa “Documento do Mês”\, com uma mostra composta por uma seleção de documentos e fotografias que relatam a evolução da história da moda feminina.  \n  \nA mostra destaca a mulher das classes sociais mais abastadas que mesmo subjugada ao homem\, através da sua posição social afirmava-se no espaço público demonstrando requinte e elegância.   \n  \nA moda feminina foi-se modificando ao longo da história. No século XX\, esta oposição atenuou-se com a transformação dos costumes\, da moral e da vestimenta\, refletindo uma nova conceção do feminino e do masculino.    \n  \nCom a guerra\, a mulher precisou ingressar no mundo dos homens\, por meio do trabalho\, dando-se um passo decisivo para a emancipação feminina\, necessidade que fez com que a moda sofresse um processo de evolução com grandes mudanças.  \n
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SUMMARY:Passos no Arquivo | “Olhar de Engenheiro”
DESCRIPTION:Nesta rúbrica de Passos no Arquivo – Arquivo Fotográfico do mês de fevereiro damos a conhecer algumas fotografias pertencentes ao espólio fotográfico de Humberto Oliveira Borba (HOB) destacando o olhar de um engenheiro sobre os danos estruturais do sismo de 80 que arrasou os edificados da ilha Terceira. \nAté ao dia 1 de janeiro de 1980\, Angra era uma cidade adormecida quanto ao nível da sua estrutura arquitetónica e consciência urbanística\, foi o grande impacto do sismo que transformou essa perceção\, levando a que a sua reconstrução levantasse sérias questões do ponto de vista da engenharia. \nEm poucos segundos a terra tremeu\, e com ela as construções ruíram. As fendas de grande dimensão nas alvenarias saltam à vista assim como as pedras de fecho que oscilaram e se desmoronaram com o movimento das placas tectónicas. As coberturas caíram\, levando consigo os pavimentos subjacentes. \nRecentemente numa entrevista ao Diário Insular de 09/01/2020\, Álamo de Oliveira concordou que a cidade património mundial mudou após a catástrofe\, “Angra nunca mais foi a mesma. Quando se dá o sismo\, as pessoas saíram de Angra para fora e a cidade acaba por ser invadida por uma série de gente que não era daqui\, mas que veio atrás de trabalho fácil\, de riqueza fácil.” \nA cidade recompõe-se aquando da sua reconstrução\, transformando a sociedade terceirense. Como quase todos os sismos\, este foi imprevisível e as perdas culturais e sociais foram irreparáveis. Morreram 72 pessoas\, centenas ficaram feridas e mais de 21 mil ficaram desalojadas\, tendo sido destruídas mais de 12 mil estruturas habitacionais. \n  \n   \n  \n
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SUMMARY:Tertúlia Paleográfica
DESCRIPTION:A Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro organiza\, no próximo dia 4 de fevereiro\, pelas 15 horas locais\, mais uma sessão de Tertúlia Paleográfica em formato presencial e online. \nEstas sessões decorrem sempre no primeiro sábado de cada mês e à mesma hora. Nesta Tertúlia\, coordenada por Avelino Santos e orientada por João Ventura\, será analisado um auto de petição de separação de 8 de janeiro de 1731\, da freguesia da Agualva. \nA Paleografia é a ciência que estuda a escrita ao longo dos tempos\, tanto na forma como no conteúdo. Nas Tertúlias far-se-ão leituras e interpretações de documentos escritos como cartas régias\, escrituras\, testamentos\, registos paroquiais e outros\, desde o século XVI ao XVIII. \nA inscrição pode ser feita através do endereço de e-mail comunicacao.bparlsr@azores.gov.pt ou do telefone 295 401000. \n  \nNota Biográfica: \nJoão Manuel Diniz da Silva Ventura \nNatural da ilha Terceira\, licenciado em Línguas e Literaturas Modernas\, variante de estudos Ingleses e Alemães\, pela Universidade de Coimbra\, com especialização em Ciências Documentais\, ramo de Arquivo\, pela mesma Universidade. De 2004 a 2007 colaborou com o Centro de Conhecimento dos Açores\, onde se deu início à digitalização dos Registos Paroquiais. Posteriormente foi arquivista da Direção Regional da Cultura. \n  \n  \n  \n
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